o fulano do tal Orgulho

Aquele não dar o braço a torcer, fingir não sentir, fazer pose de inatingível, sustentar uma imagem as vezes de insensível. Mas ele sufoca, atinge o outro, penetra a tua alma e dilacera o coração. É ser o que não se é. Ser superficial, mecânico. É se fingir de "vivo" pra não perder a pose, mas por dentro o cheiro podre das vísceras incomoda, chateia. E dá pra sentir de longe essa podridão que vai se enraizando, tomando conta, se fundindo às vias menos atingidas. E te consome, consome... 
E se você se lembra daqueles dias que eu não fui eu, me perdoe. O que eu sentia não queria que ninguém além de mim soubesse.
 Mas já chega! Não dá pra viver sempre na defesa. E a podridão? Coloca pra fora, libera esse nojo. Limpa tua alma e renasça. Seja autêntico, libere-se. Chega de reprimir-se! Menos receio e mais ação. Chega de esconder
esse "eu", chega...

E aquela pose, eu já nem me lembro mais...
Movimento!!

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