Pois é... acho ciúme uma emoção muito forte!! hehe (eu que o diga!)
Então...
Descubra se Você É Uma Pessoa Ciumenta.
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Abraços
Imaginação, criatividade, um pedaço de mim, quase uma autobiografia.A vida vivida com os olhos de quem espera alguma resposta de alguma coisa que não se sabe o que é, mas se vive na certeza de encontrar tudo aquilo que se perdeu.Fica por aqui então!! ;)
7 formas de controlar os ciúmes
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CC Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.0Disponível em: http://ciumes.com
Não há relação amorosa no mundo que não tenha sido ou que não será, num momento ou noutro, abalada pelos ciúmes de um dos elementos do casal. Faz parte da natureza humana e parece, quase sempre, mais forte do que nós, porém, não é. Ou seja, controlar os ataques de ciúmes é mais fácil do que imagina e vale a pena o esforço – a bem da sua sanidade mental e a bem do amor entre o casal… caso contrário, pode ser o início do fim de qualquer relação.
- Aprenda com o passado. Fazemos e reconhecemos os erros do passado para não voltar a cometê-los, nem no presente, nem no futuro, por isso, se o facto de ser ciumento já vem de trás, está na altura de o travar. Se os ciúmes já prejudicaram uma ex-relação, corre o risco disso voltar a acontecer. Será que esses ataques de ciúmes não estarão na base de uma vida amorosa atribulada? Ninguém quer viver uma relação assim, até porque não resolve nada, antes pelo contrário.
- Evite fazer filmes. Quem é ciumento tem a tendência de deturpar a realidade, ou seja, um pequeno gesto ou palavra é o suficiente para despertar os ciúmes mais loucos o que, por sua vez, desencadeia um verdadeiro “filme” na sua cabeça. É importante não deixar que a sua imaginação fomente os ciúmes de uma coisa que pode nem ser real. As pessoas mais ciumentas precisam de aprender a distinguir a realidade da ficção, simplesmente porque nem tudo o que parece é.
- Não exagere. Rodado o “filme”, os mais ciumentos têm a tendência de passar para a acção – discussões, acusações, vitimizações, agressões verbais e até físicas podem fazer parte de um ataque de ciúmes. Se deve pensar sempre duas vezes antes de reagir a qualquer provocação, no caso dos ciúmes, pense três. Será que vale realmente a pena?
- Segunda opinião. Nem todas as pessoas sabem lidar bem com os ciúmes, até porque essa é uma emoção que faz parte da natureza humana. Se é o seu caso e em vez de fazer cenas lamentáveis – e sobre as quais se vai arrepender mais tarde – procure um amigo(a) para desabafar as suas inseguranças e preocupações. É sempre bom ter a opinião de uma pessoa neutra, por isso, convide esse amigo(a) para sair convosco e peça-lhe para observar os vossos comportamentos e dizer da sua justiça: há ou não motivos para ciúmes? Lidou bem ou mal com a situação?
- Respeito próprio. Quem sofre insistentemente com ciúmes tende a sentir-se com baixa auto-estima e auto-confiança porque ao sentir-se ameaçado com a possível perda do companheiro(a) culpa-se a si e desencadeia uma série de ataques pessoais: ou porque é muito gordo, magro, pouco interessante ou inteligente… Esse tipo de negatividade é uma chama para manter o espírito ciumento a arder, por isso, é necessário respeitar-se e fazer-se respeitar. Alguém que está extremamente seguro de si, não se sentirá ameaçado por o que quer que seja. Faça o que tiver de fazer para sentir-se sempre bem na sua pele.
- Conversas a dois. A confiança e a comunicação representam o pilar de qualquer relação a dois e quando o primeiro é posto em causa, é preciso recorrer ao segundo, rapidamente. Em vez de fazer uma cena de ciúmes em frente aos amigos ou estragar aquela que estava a ser uma noite perfeita de regresso a casa no carro, respire fundo, analise a situação friamente e só depois (talvez até não seja má ideia dormir sobre o assunto) é que deve conversar com o seu companheiro(a). Sim, conversar e não confrontar ou gritar. Fale abertamente sobre aquilo que o incomodou e de como se sentiu. Certamente perceberá que afinal não foi nada e que não volta a acontecer ou melhor, a incomodá-lo.
- Dê atenção à relação. Quem estar obcecado em seguir cada passo e palavra do seu parceiro(a) dificilmente terá tempo ou paciência para dedicar à relação em si. Mas afinal o objectivo de estarmos com outra pessoa não é para viver e sentir uma proximidade saudável e apaixonante? Para nos conhecermos cada vez melhor, para nos apoiar-nos e fazer planos para o futuro? Para nos divertirmos? Então porque é que está a perder o seu precioso tempo a dois com ciúmes infundamentados? Se se dedicar tanto ao fortalecimento da relação como dedica aos ciúmes, essa palavra deixará de fazer parte do seu vocabulário.
E agora?
E quando a gente pensa que tudo que fomos um dia se foi. E hoje não nos reconhecemos em atos, discurso, nem olhos nos olhos pelo reflexo do espelho é suficiente para encontrar em si alguns resquícios do passado. A aparência não é mais a mesma. Os olhos são mais sem esperança, sem brilho. A vida é uma correria. E um suspiro surge como consequência do pensamento. Pensamento este que te leva para viagens lunáticas.
Emoções vividas à flor da pele, mas por fora quem percebe? Quem se importa? Quem entenderá?
Por dentro um vazio profundo, uma ânsia por um num sei o que que nunca chega ou aparece. E nunca se sabe o que é.
Vamos ser fortes, vamos superar, vamos mudar... E o que isso tudo adianta se ninguém "se importa" de fato? Porque compreensão é aquilo que todo ser humano mais necessita. Ter alguém com quem possa contar, pra te abraçar, falar, escutar, ter alguém por você.
E é engraçado como o ser humano é individualista e não vive sem o outro. Esse paradoxo de termos nossas individualidades, mas não vivemos sem a coletividade. (Está certo que tem algumas exceções como as fobias sociais e alguns tipos de personalidades não muito sociáveis)
Mas porque nós, neuróticos, não conseguimos deixar de lado o outro e também deixar de se importar tanto consigo?!
O que a gente fez como o que fizeram da gente?
Aproveitamos mal ou muito bem?! Sofremos, esperneamos, buscamos outra alternativa ou nos subjugamos à aquilo que foi quase imposto?!
As nossas escolhas é que tornam nossas vidas mais ou menos amenas. E as consequências, o que faremos para arcar com elas? Choraremos, lamentaremos ou tentaremos repetidas vezes uma melhora?!
Mais uma vez é questão de escolha.
Uni Duni Tê Sala Mê Minguê o escolhido foi você!
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Minhas vivências
Ensaio Poético
Vou tentar
Vamos lá...
Cada dia o tempo passa
És que sou uma rosa
Com as pétalas decadentes
Eu só quero que você se apresse
Que a vida fenece
E a gente se esquece de tudo que é bom
Os risos demorados
Os beijos não dados
E o abraço apertado de quem nos deixou
Eu só quero que você se lembre
Que ainda dá tempo
A vida é triste pra quem só lamentou
É isso, acho melhor eu ficar com a prosa mesmo!
Olha que eu tentei!
Abraços meus caros
(Reflexões após a postagem anterior)
Depois de toda uma reflexão bastante tensa, eu quase não cedi. Após terminar a postagem anterior fiquei me perguntando sobre bandas como Restart, Cine, Jonas Brothers, Lady Gaga, Scracho e afins. Estão “bombando” no meio jovem e eu não curto muito isso. Daí, como as músicas são melosas e não trazem nenhum malefício direto, pretendo não mais criticar meus irmãos por escutarem tão REPETIDAMENTE essas músicas.
Eu só tenho uma queixa a fazer: os adolescentes de hoje com essa tecnologia toda não sabem o que é fone de ouvido!
Já cansei, quase pirei com duelos de celulares no ônibus coletivo, que por sinal estavam no volume máximo dos alto-falantes.Certo dia até ri. Lembrando a “minha época”. Porque quando voltava da escola para casa eu brincava de ir em pé no ônibus sem me segurar e quem ficasse mais tempo “surfando” (como falávamos) ganhava a brincadeira. (bons tempos!)
E hoje qual é a graça de tudo?
Ah, isso eu sei! O que importa é ser popular, ter um estilo (que por sinal é nada original), ser um pouco “louquinho”, ter o perfil 1 do Orkut lotado e o perfil 2 quase. E assim é a vida e ela é um caos. (risadas longas, pois é um caos estranho... sem palavras!)
Repertório novo
Considero que já fui mais seletiva em minhas escolhas musicais. Ao ingressar na universidade, lembro-me, assim como minhas amigas de turma também se recordam das músicas que eu adorava escutar. E como é estranho para eu perceber que hoje estou completamente (talvez fosse exagero meu), ou melhor, estou um tanto mudada se comparada à minha época de escola.
Eu sempre quis ser diferente, fazer diferente então meus gostos às vezes eram/são um tanto excêntricos. Então eu gostava de dizer que eu escutava Dead Fish e ninguém jamais havia escutado sequer o nome.
E eram nesses momentos que eu tinha orgulho de ser “diferente”. (risos)
E o tempo foi se passando... e aproximadamente 3 anos depois eu me vejo não apenas diferente, como sempre quis ser, mas renovada. Sei que os críticos de plantão podem achar um absurdo o que vou dizer, mas é muito além do que se pode ver.
Hoje eu estou aberta às experiências e quanto mais acredito que não tenho o mundo em minhas mãos, que ninguém tem total razão, que todos têm suas escolhas, seus caminhos, suas prioridades, necessidades e quem sou eu pra julgar?!
Eu sou mais uma na multidão, porém um alguém que para alguns pode ser notada de maneira mais especial e que se distingue dentre os outros por suas idéias incomuns e uma forte vontade de mudança social.
Enfim, no final das contas percebo que sou aquela mesma garota do ensino médio, com as mesmas idéias malucas de mudar “o mundo” (nem que seja apenas o meu mundo, por vezes). Agora com mais tranquilidade, mais certeza das coisas que podem me esperar e daquilo que jamais poderei mudar completamente: o mundo todo.
Ainda fraquejo, tropeço e em minha porta bate a angústia. Aquele vazio, aperto no coração. Ainda mudo e muito mais preciso mudar. E sabe o que é mais engraçado nisso tudo caro leitor (a)? É que a mudança é mais interior, menos perceptível a olho nu.
Deixa-me curtir um forró, dançar um bumba-meu-boi, ir a um pagode, curtir um rock... O importante é ser feliz. E sabe qual o show de verdade? O show da vida! Então vamos deixar de bobagem e parar com essa segregação musical, racial, monetária, social... eticetera e tal.
E assim eu vou seguindo tendo um repertório novo toda vez que me der “na telha”.
Abraços!
Eleições
É isso aí minha gente. Já foi dada a largada para o início das eleições! Quem ganhará? Aqueles que gastam milhões em propaganda eleitoral com dinheiro sujo ou aqueles que com o dinheiro já lavado o utilizam para tal fim?! Sem contar com os votos comprados. Realmente eu não sei o que é pior...
Porque fica parecendo que aqueles que não possuem nenhuma probabilidade de vencer as eleições (segundo centro de pesquisas bem conceituados como o IBOPE), como pequenos partidos que possuem um candidato humilde, menos badalados, menos falados e menos mal falados são mais dignos do nosso voto.
E parece que os cidadãos não se dão conta do tamanho do problema. Cabe ressaltar que não vim aqui para defender algum partido político, pois a primeira e última eleição que participei votei nulo.
Acho que o nós precisamos é tentar renovar, arriscar mais! É isso que eu vou fazer! Deixarei de votar nulo, lutando contra uma oligarquia que a cidade em que moro (São Luís - MA) vive durante anos e anos. Cansei. A população cansou. Mas sabe o que é pior?! É a falta de opção, mas tentando e tentando... quem sabe algum dia alguma coisa muda no "meu mundo".
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